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Blog da Mãe Executiva

abril 2011

SITES!!!!

Como a dica da diversão para o final de semana foi dada ontem, hoje vou deixar aqui uma listinha de sites nacionais e internacionais para vcs se divertirem!!

Acho que algumas coisas vale a pena comprar pelo site, não perdemos tanto tempo no transito e se o site for confiável não tem erro.

SITES NACIONAIS:

http://www.bebebasico.com.br/  (tem roupas bacanas);

http://www.alobebe.com.br/ (lá você encontra de tudo);

http://www.e-closet.com.br/ (brinquedos legais e roupas)

http://www.zirigdum.com.br/index.php (camisetas bacanas para os meninos, já postei aqui)

SITES INTERNACIONAIS

http://www.puntomio.com/por/personal_shopper.aspx (vc encontra de tudo lá, tem brinquedos bacanas);

http://www.babygeared.com/ (forte em objetos de decoração, mas tem brinquedos e roupas também);

http://www.oompa.com/ (tem coisas muito diferentes, vale a pena conferir);

https://www.kidoproducts.com/ (esse é só de brinquedos);

http://www.bel-bambini.com/ (este é muito bacana pq tem de tudo mesmo!!!)

BOM, EU SEI QUE A LISTA DE SITES LEGAIS É INFINITA E QUE TEM MUITOS MUITOOSSSSSS, MAS AOS POUCOS VOU COLOCANDO OS QUE ACHO INTERESSANTES AQUI!!!!

BJS COM CARINHO E BOM FINAL DE SEMANA

DANI

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Texto da Renata Fortes – “A carreira depois e a partir da maternidade”

A Renata Fortes é psicóloga, mãe de dois filhos e atua com gestantes e puérperas, ela escreveu alguns textos sobre Vida Profissional e Maternidade e nos enviou para contribuir com as mães que acompanham o blog.

Rê, eu amei o texto e senti que ele traduz exatamente o que passamos.

VALE À PENA COM CERTEZA!!!!

A Carreira Depois e a Partir da Maternidade.

            A mulher executiva do mundo atual chegou aos cargos almejados por muito de seus talentos, saber planejar certamente é um deles. Provavelmente a executiva que hoje ocupa cargos gerenciais e de diretoria planejou estar ali. Depois da faculdade, veio a pós-graduação aqui ou no exterior, o curso de idiomas, a especialização, a primeira promoção, a segunda, a mudança de emprego tão almejado e, finalmente a maternidade, ah… a maternidade, esta fica planejada para depois. Por volta dos 35 anos, algumas dão espaço para a maternidade. Neste momento, há a primeira constatação de uma realidade diferente do mundo corporativo: planejamento aqui, muitas vezes não depende do nosso controle. A geração de executivas que iniciaram suas carreiras em final dos anos 80 teve a ilusão de que poder era querer. A realidade ia confirmando esta idéia, na medida em que tínhamos liberdade para escolher a faculdade, a especialização; ganhamos autonomia financeira, decidimos se seríamos solteiras, casada ou teríamos outro tipo de relacionamento afetivo, definimos prioridades, tomamos anticoncepcional e, finalmente decidimos ter filhos (algumas de nós; louváveis aquelas mulheres que pensam a maternidade e assumem, genuinamente, que este papel não é para todas). Diante do desafio de engravidar, algumas se deparam com um corpo autônomo que não controla ciclos nem emoções e, dada a demora do filho sonhado, a reprodução assistida apresentou novos caminhos.

            Esta primeira constatação de não haver controle sobre tudo, insere a mulher no desconhecido campo da maternidade e coloca aquela profissional tão altiva e segura de si, em um estado de completo desamparo. Sentimentos ambivalentes fazem parte de toda gestação e nascimento de um filho. Elas ficam mais evidentes quando aquela nova mãe, também executiva, tem que conciliar emoções, as quais talvez elas desconhecessem e podem até ter certa dificuldade em nomear.

            No meio desta maravilhosa confusão, é muito comum a mulher sentir necessidade de tomar decisões a respeito da sua vida profissional. Tomada por sentimentos de ansiedade, culpa, cansaço e uma enorme saudade de sua autonomia, a mulher acaba, muitas vezes, precipitando-se. Algumas, inclusive, já tinham planejado como seria a sua vida profissional após a maternidade, antes mesmo de ela existir.

            Muitas delas decidem interromper a carreira, argumentam que não há nenhuma estrutura, recurso ou pessoa que possa preencher todas as necessidades da criança. Muitas vezes, o que se dá aqui, é que a maternidade é tão transformadora que ela mesma, já não se reconhece naquela executiva que era e, para dar conta daquele vazio provisório, a maternidade é uma deliciosa e exaustiva alternativa.

            Outras mulheres por sua vez só têm a sensação de pertencimento quando inseridas no mundo executivo e, com medo de perder a si mesmo, dão a maternidade apenas o espaço recomendado pelos manuais ou pela legislação, não se permitindo novos paradigmas e reflexões. Atuam no automático. Voltar ao conhecido passa a ser urgente. Aquelas que já viveram a maternidade sabem que a princípio, o mundo corporativo é mais glamuroso do que fraldas, mamadas ininterruptas, babas, cólicas, entre outros afazeres maternos.

            Será este o melhor momento para planejar alguma mudança? Não seria o momento de vivenciar um pouco esta crise transformadora sem a necessidade de grandes decisões? Ao voltar da licença-maternidade (se possível aproveitar os quatro ou seis meses, o bebe agradece!), é possível, e necessário vivenciar a ambivalência da maternidade e da vida profissional. Esperar que o corpo retorne ao seu ritmo anterior, esperar que os hormônios nos dêem mais serenidade ( quase um ano, dizem os especialista)  e, esperar que voltemos a ter uma boa noite de sono. Estes aspectos influenciam significativamente a forma como conduzimos nossos caminhos. E depois disso, voltarmos a planejar, cientes de que a maternidade é uma função cheia de ambivalências, retomar a carreira profissional, cientes de que não somos mais a mesma executiva . Não há como passar pela experiência da maternidade impunemente. Conciliar aquela executiva que éramos com a mulher que passamos a ser não é possível, gerará uma grande lacuna. Mas perceber-se como uma pessoa em transformação e decidir que profissional irá ser a partir da maternidade e que mãe irá ser, a partir da sua profissão. Vale à pena!

 

(Renata Calife Fortes, Administradora de Empresas; Psicóloga, 40 anos, mãe de 02 filhos).

 

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Show do Cocoricó!!!

Tem show do Cocoricó nos dias 30 de abril, 01, 07 e 08 de maio no Citibank Hall em São Paulo.

Para os pequenos que curtem o Cocoricó vale a pena ir!!!!

Acho que vou levar meu pequenino Mimi, ele ama musica!!!!

Bjs e bom show!

Com carinho

Dani

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DVDS!!!!

Queridas mamys e papis (sei que tem alguns pais que acompanham o blog),

Estou recebendo alguns emails cobrando a indicação de DVDS para as crianças.

Aí vai a primeira dica que recebida Glaucia que trabalhou comigo no outro escritório e que também é mãe de um pequenino muito fofo!!!!!

Como o texto que ela me mandou fico muito bacana, resolvi deixar do mesmo jeitinho:

Para aqueles pequenos que são mais “agitadinhos” e difíceis de se distraírem, que choram quando a mãe sai de perto até p/ encher a banheira p o banho, pq querem atenção tempo integral, os DVDs da coleção “Baby Einstein” são o máximo, prendem atenção mesmo, principalmente das crianças menores de 1 ano, que ainda não se interessam muito pelos desenhos comuns que passam na tv (o meu, pelo menos, só assiste a abertura dos backyardigans, mas quando começa o desenho ele já sai engatinhando pela casa e nem olha mais p tv). Com esses DVDs, que têm duração média de 25 a 30 minutos, o meu baby fica distraído e eu consigo fazer alguma coisa (tomar um banho, por exemplo). Fica aí a dica.

O Miguel meu filho também adora!!!!!

Valeu Glau, vê se manda mais dicas!!!

Muitos bjs

Com carinho

Dani

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